George Soros, o homem mais rico do mundo!




George Soros é um dos homens mais ricos do mundo, um BILIONÁRIO, mas que estranhamente não aparece em nenhuma lista da Forbes, People ou Times. Mas ele aparece seguidamente comprando os mais diversos tipos de ações, sempre em países “subdesenvolvidos”, de 3º mundo. Ao contrário de Warren Buffett, que faz uma ou duas operações por ano, às vezes uma a cada dois anos, comprando e segurando (buy and hold), como fez com Coca-Cola, McDonalds, American Express e outras empresas em que se tornou cotista quando ainda eram pequenas, o estilo de Soros é bem diferente, ele é um investidor mais arrojado, opera com alavancagens, entra e sai numa posição com rapidez, sem permanecer muito tempo com a mesma empresa.
Ele é uma mistura de investidor e especulador e tornou-se mundialmente famoso com a quebra da libra esterlina, em que ganhou 1 bilhão de dólares num único dia, um ganho comparável ao de Jesse Livermore, maior especulador da história, que ganhou 100 milhões de dólares com a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929, equivalente a cerca de 5 bilhões de dólares nos dias de hoje.
Segundo o diário italiano Il Giornale, o dono de Avaaz seria o famigerado George Soros. Uma propriedade exercida de forma indireta, óbvio. Na realidade, Soros é dono de Move.on, o movimento de Eli Pariser, um dos fundadores de Avaaz.
Em 2008, o ministro canadense John Baird definiu o Avaaz como uma “obscura organização estrangeira” ligada ao bilionário filantropo George Soros. Outro canadense conservador, Ezra Levant, tentou apresentar uma ligação direta entre Soros e Avaaz, mas o artigo foi mais tarde definido como infundado e foi oferecido um pedido de desculpas a Soros. Tudo isso aparece na versão inglesa de Wikipedia, pois naquelas de outros Países nem um pio.
Claro que tudo isto que acontece na Petrobras tem importância geopolítica. A crise da Petrobras tem que ser compreendida em meio a um quadro maior, que é o problema global do petróleo, envolvendo a Rússia e as pressões feitas recentemente contra a Rússia, tentando encurralar o governo de Putin. E é neste cenário que entre George Soros.
George Soros é apenas o testa de ferro, que cumpre a agenda globalista ocidental, que pretende fundir “capitalismo” com “socialismo” conforme a doutrina da sociedade socialista fabiana, à qual ele pertence. Em razão das repetidas matérias jornalísticas sobre o Petrolão, é da ciência de todos que as ações da Petrobrás caíram de forma vertiginosa.
O que autorizaria tal queda se até 2013 a empresa teve lucro líquido de R$ 23 bilhões de reais, 11% a mais que em 2012? Esse lucro, advindo em parte de reajustes do diesel e da gasolina, foi resultado também do aumento da produção de derivados. A pergunta que fica é: se a corrupção já vem atingindo a empresa faz anos e, mesmo assim, ela teve lucro consistente, por que agora com a revelação da corrupção interna, o mercado resolveu baixar as ações da empresa?
O que se lê na cobertura da Globo e suas afiliadas, é que eles querem transformar o regime de partilha que está em vigor pelo de concessão que se aplicava antes. Mas não se justifica um regime de concessão porque agora não há riscos para os privados porque as reservas já estão descobertas, seus recursos já estão estimados. E tudo isto é para tirar o controle da exploração da Petrobras e passar para as empresas petroleiras estrangeiras. Acredito que também querem trazer as construtoras estrangeiras, em especial as construtoras norte-americanas.
Esses grupos de imprensa sempre atacaram a Petrobras, desde a sua criação (1953). Toda a imprensa brasileira, salvo o jornal Última Hora, esteve visceralmente contra a Petrobras e atacou a campanha “O Petróleo é Nosso”. O “mercado” não leva só em conta aspectos puramente econômicos. A “mão invisível” do mesmo, segundo a metáfora de Smith, operaria levando em conta tão só a lei de oferta e procura. O erro de Adam Smith foi não considerar no “mercado” a atuação de mãos bem visíveis que agem em função de interesses políticos e ou financeiros em prol de grupos, fundos, estados, coalizões financeiras, bancos, etc. A despersonalização do “mercado” é só uma ficção para despistar.
De acordo com reportagem deste sábado do jornalista Altamiro Silva Júnior, do Estado de S. Paulo, o empresário fechou o período com 5,1 milhões de ações e opções de compras da estatal do petróleo em sua carteira, ante 2,4 milhões que tinha no trimestre anterior. Não à toa, grandes fundos americanos têm vendido suas ações da empresa brasileira. A Millenium Management diminuiu sua exposição em 86% no último trimestre, em comparação com o período anterior. A Discovery Capital reduziu em 28% e D.E. Shaw, em 9%. Outros fundos foram ainda mais radicais, zerando a participação.
Não é preciso insistir muito sobre Soros: cabe lembrar que o mesmo financiou e financia várias causas ligadas a ideia de governo global. E tal ideia serve a quem senão as megaempresas e grandes fundos dos EUA e Europa? A que ou quem serviria a operação de mercado de desvalorização – artificial – das ações da Petrobrás?
Conheça um pouco mais sobre o planejamento a longo prazo de George Soros, e aqueles que ele representa:

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