04-11-2013 – Homenagem – Morte de Carlos Marighella

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Carlos Marighella grande revolucionário, operário nordestino, negro, Mariguella, nasceu em Salvador, Bahia, em 5 de dezembro de 1911. Era filho de imigrante italiano com uma negra descendente dos haussás, conhecidos pela combatividade nas sublevações contra a escravidão.

Morto covardemente na noite de 4 de novembro de 1969 – há exatos 44 anos — surpreendido por uma emboscada na alameda Casa Branca, na capital paulista, Carlos Marighella tombou varado pelas balas dos agentes do DOPS sob a chefia do delegado Sérgio Paranhos Fleury.

Carlos Marighella enfrentou bravamente o reformismo do PCB e os fuzis da ditadura, “ninguém precisa pedir licença para praticar atos revolucionários”.

Viva a organização popular e a ação direta revolucionária.

Carlos Marighella

One comment to “04-11-2013 – Homenagem – Morte de Carlos Marighella”
  1. Oh, sr. deputado M. Tiago: Escusa de se armar em vimtia. V. Excia em 2011 teve o ” culot” de escrever um artigo sobre o Anarquismo, operando uma prosa sem refereancias mednimas e baseando-se nas ” impressf5es ” colhidas junto de uns amigos seus…c9 impossedvel- a ne3o ser para diverse3o desbragada e mal-intencionada- hoje escrever uma ” pee7a ” destas. Eu tambe9m conheci alguns anarquistas lusos. Um deles esteve refugiado em Paris, e tinha sido aluno do IS. Te9cnico. Era um tipo admire1vel, muito culto- impressionava os “mifados” como eu dizendo-nos que tinha lido o Le9nine todo( para o criticar, claro), e falava muito da Escola de Francfort. Dava-se muito com malta que depois subiu a escadaria univ. do ISCTE, depois do 25 de Abril. Ora, para le1 de Bakounine, Proudhon e Kropothkine- que ele citava e recitava- assistiu a Maio 68 na ruas de Paris, tendo ficado vacinado para todo o sempre contra os ” ge9rmens ” burocre1ticos e o totalitarismo dos estados-maiores.Que mais dizer? Quando tente1mos chamar a atene7e3o para a ” caricatura ” desleal que tentou revelar do Anarquismo e das sensibilidades Autf3nomas e Anti-Leninistas, principalmente,a sua reace7e3o foi prolongar a manobra de diverse3o, em vez de ter tido a coragem politica de abjurar e criticar o texto que escreveu sem pensar duas vezes ! Niet

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